Mostrando resultados para "ivan bunin"
Mostrando 1 - 3 de 3 resultados
Conteúdo adulto visível.
- Traduzido por
- Graziela Schneider
- Séries -
- Coleção Leste
2011
PT
Ivan Alekséievitch Búnin (1870-1953) escreveu poesia, romances e memórias, mas o gênero conto se mostrou o mais favorável para seu talento. Manifestamente filiado à tradição do realismo do século XIX (sobretudo Tolstói e Tchekhov), Búnin, malgré lui, possui diversos pontos de contato com a prosa modernista. Em raros momentos da literatura russa, natureza, morte, acaso e amor foram compactados com tamanha perfeição em pequenas narrativas da transitoriedade. Em vez do onipresente “U...
2024
PT
"Em sua prosa, Bunin também abusava da estética e do lirismo. Parecia escrever prosa como que se escrevesse poesia, preocupando-se com cada palavra e sua posição no texto." Conhecido por seu realismo lírico e profundidade emocional, Bunin captura a essência da condição humana em cada linha. Este livro reúne 13 contos selecionados, apresentados em uma tradução de alta qualidade que preserva a beleza e a sutileza do texto original. Acompanhado de notas explicativas e textos complementares, e...
2020
PT
Acessível
Alamedas Escuras é um conjunto de contos delicadamente poéticos sobre o amor. Histórias que retratam pequenas epifanias, instantes fugazes marcados pelo prazer sensual da existência e a fragilidade da vida. Em cada uma delas é-nos contado um episódio da vida de uma personagem completamente diferente e, em todas elas, os heróis de Búnin vêem o seu amor testado pelo drama da separação, provocada pela loucura, a guerra, a morte ou, simplesmente, pela ambição pessoal e os acasos da vida.
As pessoas que leram estes também gostaram
- Traduzido por
- Denise Sales
2011
PT
Se o diabo já preencheria toda uma antologia de contos, somado ao jogo de cartas, o material certamente daria para mais uma. Este brevíssimo conto é uma boa amostra da vasta produção de Mikhail Ievgráfovitch Saltikov-Schedrin (1826-1889), grande satirista russo da segunda metade do século XIX. Polemista de mão cheia e intelectual ligado aos principais periódicos radicais, Saltikov-Schedrin voltou suas baterias especialmente a setores da direita russa, embora tenha também confrontado grupos...
- Traduzido por
- Lucas Simone
2011
PT
Aleksandr Ivánovitch Kuprin (1870-1938) também figurou com destaque nas primeiras antologias de contos russos publicadas no ocidente, especialmente pelo caráter filantrópico e humanitário bem ou mal atribuído a suas obras. Sua reputação dentro da Rússia era igualmente alta, e ele disputava a palma da popularidade com nomes hoje mais conhecidos, como Górki e Andrêiev. Juntamente com estes dois escritores, somados a Búnin, Kuprin fez parte do grupo Znânie (Conhecimento), uma associa...
- Traduzido por
- Mário RamosYulia Mikaelyan
2011
PT
Escritor prolífico, Arkadi Timofiêievitch Aviértchenko (1881-1924) viveu relativamente pouco, mas publicou muitíssimo, entre contos, peças e textos jornalísticos. Em seu momento áureo, quando editava os jornais Satirikon (1908-1914) e Novi Satirikon (1913-1918), de cunho evidentemente humorístico, foi um dos autores mais populares da Rússia. Mesmo na emigração (a que foi levado por suas sátiras aos bolcheviques), continuou a ser publicado na União Soviética. Hoje é pouquíssimo lem...
- Traduzido por
- Cecília Rosas
2011
PT
Ivan Serguêievitch Turguêniev (1818-1883), autor de romances, novelas, contos e peças, foi o primeiro escritor russo a granjear fama fora de seu país. Tornou-se o romancista russo favorito de autores como Henry James, que via nele o ápice da sofisticação narrativa. “Relíquia viva” faz parte do ciclo de contos Notas de um caçador, publicados em 1852. Esse livro, sutil na arte e forte na perspectiva moral, é um dos marcos literários da década de 1850 na Rússia. Melchior de Vogüé o c...
- Traduzido por
- Mário Ramos
2011
PT
Autor de contos, novelas, romances, peças e crítica literária, Ievguêni Ivânovitch Zamiátin (1884-1937) tornou-se famoso mundialmente pelo seu romance distópico Nós, publicado inicialmente em inglês, em 1924. Seus ensaios e palestras sobre a literatura russa são fundamentais para um entendimento da posição da arte na cultura pós-revolucionária. Em sua defesa da ambiguidade, Zamiátin foi vital para grupos artísticos como o Irmãos Serapião. Ele dizia que a arte deve ser feita por “l...
- Traduzido por
- Nivaldo dos Santos
2011
PT
Leonid Nikoláievitch Andrêiev (1871-1919) suscitou um autêntico furor na sociedade russa com este “O abismo”, de 1902 (e outros contos da mesma época, como “Na neblina”), em que recessos psicológicos dostoievskianos, hiperestesia decadentista e temas sexuais finisseculares aparecem numa síntese bombástica. Sofia Andrêievna, esposa de Tolstói, chegou a escrever uma carta de protesto ao jornal em que foram publicados. E o próprio Lev Tolstói dizia de Andrêiev: “ele tenta me assustar, mas eu ...
- Traduzido por
- Noé Silva
2011
PT
Nikolai Semiónovitch Leskov (1831-1895) é conhecido no Brasil sobretudo pelo famoso ensaio de Walter Benjamin sobre o narrador, no qual ocupa posição central. Dele, já se publicou em nosso país a novela Lady Macbeth do distrito de Mtzensk. Nascido em Gorókhovo, perto de Oriol, Leskov conviveu com diversos extratos da vida provincial russa e apresentou, com recursos linguísticos extremamente ricos e variados, camadas sociais que habitualmente não figuravam na prosa russa. Sua utili...
- Traduzido por
- Lucas Simone
2011
PT
Como autor de contos, Anton Pávlovitch Tchekhov (1860-1904) dispensa apresentações. É o autor russo que se tornou quase sinônimo do gênero e um dos seus grandes inovadores. Este brilhante e cruel “Ariadne”, publicado no número de dezembro de 1895 do periódico Rússkaia Misl (Pensamento Russo), e aqui traduzido pela primeira vez no Brasil, permite paralelos instigantes com outros contos “femininos” mais conhecidos, como “Ventoinha”, “Queridinha”, ou “A dama do cachorrinho”, traduzid...
- Traduzido por
- Arlete Cavaliere
2011
PT
Nikolai Vassílievitch Gógol (1809-1852) é autor de alguns dos contos mais famosos da literatura russa, dentre os quais “O nariz”, “Diário de um louco” e “O capote”, que foi transformado em um dos pontos de partida da dinâmica literária russa por autores como Bielínski e Dostoiévski (neste caso, porém, a famosa frase atribuída a ele sobre a descendência de “O capote” é de autoria do crítico francês Melchior de Vogüé). Gógol é uma referência fundamental para correntes muito variadas da liter...











